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PMPI Premio Inova 2026

Iniciativa pioneira do Governo de Minas concorre na votação popular até 16/1

A Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE) é finalista da 6ª edição do Prêmio Conexão Inova, na categoria Governança Pública, com a Política Mineira de Promoção da Integridade (PMPI). A premiação, promovida pela rede Conexão Inovação Pública, reconhece práticas inovadoras implementadas no setor público brasileiro.

O prêmio contempla iniciativas que se destacam em áreas como serviços públicos, inovação aberta, linguagem simples, transformação digital, inteligência artificial, comunicação pública e gestão pública, entre outros temas.

Com a criação da PMPI, Minas Gerais foi o primeiro governo do país a transformar a integridade pública em política de Estado. Instituída pelo Decreto nº 48.419/2022 e coordenada pela CGE, a política tem como objetivo organizar, fortalecer e padronizar as ações de integridade nos órgãos e entidades do Poder Executivo estadual.

Na prática, a PMPI orienta cada órgão a estruturar e implementar seu próprio programa de integridade, com apoio técnico da CGE. Para isso, são disponibilizados guias, capacitações, ferramentas digitais e acompanhamento contínuo, contribuindo para o fortalecimento de valores como ética, transparência e responsabilidade no dia a dia do serviço público. A política beneficia diretamente servidores e gestores e, de forma indireta, toda a sociedade, ao reduzir riscos de irregularidades, qualificar a gestão pública e ampliar a confiança nos serviços prestados.

Os finalistas do Prêmio Conexão Inova são escolhidos por avaliação de banca julgadora e também por votação popular, realizada por meio de reações nas publicações da rede Conexão Inovação Pública no LinkedIn. Para votar na PMPI, basta acessar este link e participar até o dia 16/1, sexta-feira.

Os vencedores serão anunciados durante a 4ª edição do Convergência, que acontece em Goiânia, entre os dias 11 e 13 de março.

 
 

Posse Flavia Sejusp 2026

Após nomeação, nova controladora setorial se reúne com secretário da Sejusp e controladora-geral do Estado

Tomou posse na última terça-feira (6/1), a nova controladora setorial da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp MG), Flávia Leal Ramos. Após sua nomeação, Flávia participou de uma reunião de alinhamento no gabinete do secretário da Sejusp MG, Rogério Greco, com a presença da controladora-geral do Estado, Marcela Ferreira Dias.

Com importante trajetória na CGE/MG, Flávia exerceu a presidência da Comissão de Ética por dois mandatos consecutivos e atuou, por 15 anos, na Corregedoria-Geral do Estado, desempenhando diversas funções, tais como analista, membro de comissão disciplinar, diretora e superintendente. Flávia é graduada em Direito pelo Centro Universitário de João Pessoa, com especializações em Gestão Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); em Direito Público, pelo Instituto Elpídio Donizetti; em Direito Civil e Processual Civil, pela Aprobatum; e Prática Judicante, pela Escola Superior de Magistratura. Atualmente, cursa especialização em Compliance e Gestão de Riscos.

Ao assumir a Controladoria Setorial da Sejusp MG, a auditora destacou o compromisso com o fortalecimento das práticas institucionais. “Agradeço à Controladoria-Geral do Estado e à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública a confiança e a designação para assumir a chefia da Controladoria Setorial da secretaria. Trata-se de um desafio que me enche de orgulho e alegria, especialmente pela possibilidade de, junto à equipe, contribuir para o fortalecimento das práticas de governança, integridade e controle interno, em apoio à gestão e ao aprimoramento institucional”, afirmou.

Flávia ressaltou, também, a importância de dar continuidade ao trabalho. “Assumo essa missão com satisfação e elevado senso de dever; sobretudo pela continuidade do trabalho sério, técnico e comprometido que vinha sendo desenvolvido pelo auditor Uriel, cuja atuação deixou relevantes contribuições para o fortalecimento dos processos e das práticas de controle interno no âmbito da Sejusp. Dar seguimento a esse legado, buscando sempre a melhoria contínua e a excelência na gestão pública, é motivo de grande honra e motivação”, completou.

A Controladoria Setorial da Sejusp MG esteve sob gestão de Uriel Brandão de Rezende Alvim Segundo por quatro anos e meio, que deixou a pasta para assumir o cargo de Corregedor-Geral na CGE.

 

 
 

capa pss dci 2025

Fortalecer a integridade pública e ampliar o diálogo com o setor privado e a sociedade são desafios centrais para uma gestão cada vez mais ética e transparente. É nesse contexto que a Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG) abriu o Processo Seletivo Simplificado nº 21/2025 para seleção de profissional que irá dirigir a Diretoria Central de Integridade (DCI).

A Diretoria atua de forma estratégica na formulação, implementação e monitoramento de políticas de integridade, ética e prevenção à corrupção, além de fomentar programas de integridade nos órgãos e entidades do Poder Executivo estadual e nas relações público-privadas. A área também é responsável pela gestão da Política Mineira de Promoção da Integridade (PMPI) e de seus instrumentos de acompanhamento.

A oportunidade é destinada a servidores efetivos do Poder Executivo de Minas Gerais que possuam formação superior e experiência ou conhecimento nas áreas de integridade, compliance, governança ou temas correlatos. O cargo é de provimento em comissão e será exercido na Cidade Administrativa, com possibilidade de regime de teletrabalho híbrido, conforme normativos vigentes.

As inscrições devem ser realizadas até 30 de dezembro de 2025, por meio de formulário eletrônico, acompanhado do envio de currículo e carta de motivação para a Diretoria de Recursos Humanos da CGE. A seleção será composta por análise curricular e etapa de entrevistas.

Alinhada aos seus valores institucionais, a CGE reforça que seus processos seletivos são orientados pela diversidade e pela equidade, incentivando a candidatura de mulheres, pessoas negras, pessoas LGBTQIA+ e integrantes de outros grupos minorizados.

📌 Todos os critérios, etapas e orientações para participação estão detalhados no edital, acesse aqui.

Posse coge suti 2026

Com as novas nomeações, órgão conclui as mudanças na alta administração da atual gestão

A Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE) empossou, na última terça-feira (6/1), o novo corregedor-geral, Uriel Brandão Alvim, e a nova subcontroladora de Transparência, Integridade e Controle Social, Cynthia Vieira. Auditores internos de carreira, os servidores passam a integrar a alta administração do órgão, em continuidade ao trabalho de fortalecimento da atuação correicional, da transparência e da integridade pública realizados até aqui. 

Durante reunião gerencial realizada ontem (7/1), a controladora-geral do Estado, Marcela Ferreira Dias, deu as boas-vindas aos novos gestores e apresentou as diretrizes e alinhamentos estratégicos que nortearão a atuação da CGE em 2026.

Na ocasião, a controladora-geral também agradeceu o trabalho desempenhado pelo ex-corregedor Daniel Vanderlei da Silva e pela ex-subcontroladora Soraia Quirino Dias, que estiveram à frente, respectivamente, do processo de modernização e aperfeiçoamento da atividade correicional no Estado e da instituição da política de integridade e do fortalecimento da transparência em Minas Gerais.

 

Corregedoria-Geral

Uriel Brandão de Rezende Alvim Segundo é auditor interno de carreira desde 2013, com atuação nas áreas de defesa do patrimônio público, controle interno, auditoria pública e correição administrativa, além do fortalecimento da transparência, do acesso à informação, da integridade, do controle social e da democracia participativa.

Bacharel em Direito e especialista em Prevenção e Repressão à Corrupção, atuou como controlador setorial da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) entre 2021 e 2025. Em 2019, foi coordenador do Núcleo de Correição Administrativa (NUCAD) da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

No órgão central, exerceu as funções de diretor de Auditorias Especiais e superintendente central de Auditoria em Licitações e Concessões. Também atuou na Corregedoria-Geral como superintendente central de Análise e Supervisão Correcional, sendo responsável pelo planejamento, coordenação, monitoramento da execução e prestação de contas do Plano de Prevenção de Ilícitos Administrativos, iniciativa estratégica da CGE voltada à prevenção e ao combate à corrupção. Ao assumir a Corregedoria-Geral, destacou que o faz “com profunda gratidão e a plena consciência da responsabilidade que o cargo exige”, ressaltando que sua dedicação será absoluta para assegurar a integridade e a excelência que a sociedade espera da Casa Correcional, além de contar com o apoio de todos para essa missão.

 

Subcontroladoria de Transparência, Integridade e Controle Social

Cynthia Vieira é auditora interna desde 2013, bacharel em Arquitetura e Urbanismo, com pós-graduação em Combate à Corrupção e MBA em Infraestrutura, Concessões e Parcerias Público-Privadas. Ao longo da carreira, atuou como coordenadora do Núcleo de Auditoria Contínua e Ações Transversais, presidente da Comissão de Auditoria Contínua, superintendente central de Fiscalização Especializada e diretora de Auditoria em Concessões.

Possui ampla experiência em auditoria, com atuação na avaliação de editais de licitação, planos de negócios e contratos públicos, envolvendo modelagens jurídicas, econômicas e técnicas em diversos setores, como transporte aeroviário e rodoviário, área social, saneamento, equipamentos públicos e obras públicas.

Também reúne experiência em ciência de dados, adquirida à frente da coordenação do projeto de Auditoria Contínua no Estado de Minas Gerais, voltado à análise de grandes volumes de dados. Sob sua liderança, a CGE recebeu, em 2023, o Diligent Latin America Awards, na categoria Líder de Auditoria e Gestão de Riscos, com o projeto de Auditoria Contínua. Em relação ao novo desafio, Cynthia Vieira ressaltou o reconhecimento pela confiança de Marcela e Igor e afirmou que assume a Subcontroladoria de Transparência, Integridade e Controle Social com satisfação e senso de responsabilidade, destacando a importância das pautas conduzidas pela área e o compromisso de seguir atuando para que Minas Gerais continue entre os estados mais transparentes e íntegros do país.

 

auditorias preventivas 2025 balanço secom

Programas prioritários do Governo, como o Trilhas de Futuro, a alimentação escolar e as obras de unidades hospitalares, passaram por avaliação da CGE

O Governo de Minas retomou, em outubro deste ano, as obras do Hospital Regional de Conselheiro Lafaiete. A iniciativa contou com o apoio técnico da Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE), que realizou duas auditorias para verificar, dentre outros aspectos, a conformidade do processo licitatório da obra e posteriormente da contratação do seu remanescente.

Após as recomendações da CGE, as secretarias de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) e de Saúde (SES) assinaram a ordem de início das obras, que vão beneficiar mais de 800 mil mineiros de 51 municípios da região.

Esse é um exemplo de como as auditorias preventivas ajudam a gestão na tomada de decisões, contribuindo para evitar fraudes e garantir a correta aplicação dos recursos públicos.

Só no órgão central, a CGE já concluiu 33 auditorias em 2025. Mais do que identificar riscos, esses trabalhos avaliam a eficiência de programas e serviços do Estado, indicam melhorias nos processos de gestão e acompanham a implementação das recomendações.

A controladora-geral do Estado, Marcela Ferreira Dias, explica que a atuação da CGE evoluiu para além de uma lógica meramente reativa, passando a assumir um caráter cada vez mais preventivo, orientador e estratégico. “O objetivo é apoiar os gestores públicos na tomada de decisões, no fortalecimento dos controles internos, na mitigação de riscos e na ampliação dos resultados das políticas públicas para a sociedade”, destacou.

 

Trilhas de Futuro

O programa Trilhas de Futuro também passou por auditoria da CGE, com o objetivo de avaliar os controles adotados. A partir das análises, as principais recomendações incluem o aprimoramento das funcionalidades do Sistema de Gestão Trilhas de Futuro e a melhoria e padronização da instrução processual, como planos de fiscalização, relatórios circunstanciados, relatórios do serviço de inspeção e atestes.

As medidas propostas buscam fortalecer a governança, o gerenciamento de riscos e os controles internos, além de promover melhorias em sistemas e processos e prevenir fraudes.

 

Alimentação escolar

Na mesma linha, outro trabalho relevante foi a auditoria de desempenho do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar destinados à alimentação escolar. O levantamento apontou avanços na execução do programa, como o cumprimento do percentual mínimo de compras da agricultura familiar e a ampliação da participação de produtores locais.

A auditoria também identificou fragilidades estruturais e operacionais. Diante disso, a CGE apresentou sugestões de melhorias e um plano de ação, incluindo a implantação de sistemas informatizados, a definição de indicadores claros, a padronização de processos e a ampliação da equipe técnica, com o objetivo de garantir mais segurança alimentar, transparência e eficiência na aplicação dos recursos públicos.

 

Auditoria de concessões

Outro eixo da atuação da auditoria interna é a avaliação de concessões, que verifica se empresas e organizações cumprem os requisitos necessários para executar, de forma adequada, os contratos de concessão de serviços públicos.

Nesse contexto, foram realizados trabalhos de fiscalização da concessão rodoviária do Lote BR-135, conduzidos pela Seinfra com apoio de empresa supervisora. A auditoria recomendou melhorias nas rotinas de fiscalização, no acompanhamento contratual, nos relatórios e na implantação de sistemas de monitoramento, com foco no aumento da segurança, da qualidade dos serviços e dos benefícios aos usuários das rodovias.

Também foi realizado auditoria para avaliar a concessão do serviço de gás canalizado em Minas Gerais, com ênfase na estrutura regulatória, na governança e na fiscalização do contrato firmado entre o Estado e a Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig).

Entre as recomendações, destacam-se o fortalecimento da área técnica responsável pela regulação, com mais autonomia, transparência e capacitação, além da adoção de medidas para prevenir conflitos de interesse, ampliar a participação social, aprimorar a fiscalização do contrato e investir em pessoal, processos e infraestrutura, garantindo a qualidade do serviço prestado à população.

 

Detecção de fraudes

A Controladoria-Geral do Estado (CGE) também realizou auditorias para aprimorar a gestão pública e prevenir irregularidades. Um dos trabalhos analisou a concessão de aposentadorias por incapacidade permanente, a partir do cruzamento de dados de pessoal com informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg).

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), com apoio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

A análise identificou casos de aposentados por incapacidade permanente que possuíam vínculos de trabalho ativos ou atuavam como administradores, diretores ou sócios de empresas. Diante dos achados, a CGE recomendou que a Polícia Civil, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e a Seplag convoquem esses servidores para avaliação por junta médica oficial.

Caso seja confirmada a capacidade para o trabalho, deverão ser adotadas as medidas legais cabíveis, incluindo a apuração de responsabilidades e, quando necessário, o ressarcimento aos cofres públicos.

 

Avaliação e acompanhamento

O auditor-geral do Estado, Thiago Alves Machado, destaca que a atuação da CGE vai além da identificação de oportunidades de melhoria. Após a conclusão da auditoria, o órgão elabora, em conjunto com os gestores, um plano de ação para a implementação das recomendações e realiza o acompanhamento da execução das medidas propostas.

“A adoção das recomendações é fundamental para aprimorar a gestão dos programas, assegurar o cumprimento da legislação e garantir que as políticas públicas gerem resultados efetivos para a sociedade”, finaliza.

 

Certificação internacional

A Controladoria-Geral do Estado (CGE) foi o primeiro órgão do Poder Executivo brasileiro a atingir o nível 3 do IA-CM, certificação de modelo internacional que avalia a maturidade e a eficiência das atividades de auditoria das organizações.

Além de consolidar o Governo de Minas como referência em controle, o reconhecimento atesta que a CGE realiza as atividades de auditoria de maneira integrada, planejada e estratégica, contribuindo para a melhoria da governança e da gestão de riscos na administração pública estadual.