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Por meio do Programa Transforma Minas, a Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE), está com inscrições abertas para o processo seletivo que vai selecionar a nova chefia da Auditoria Seccional da Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes. O cargo é comissionado e as inscrições foram prorrogadas até às 11h59 do dia 19 de setembro de 2025.

A pessoa selecionada atuará no Campus Universitário Professor Darcy Ribeiro, em Montes Claros, e será responsável por executar, no âmbito da Unimontes, as atividades de auditoria e correição estabelecidas pelo Sistema Estadual de Auditoria Interna. A função envolve a elaboração e execução de planos de auditoria, acompanhamento de recomendações de órgãos de controle, avaliação das contas da universidade, entre outras atribuições previstas no Decreto nº 45.799/2011.

O cargo exige ensino superior completo e, no mínimo, três anos de experiência em Controle Interno nas temáticas de Auditoria, Correição Administrativa e/ou Transparência e Integridade, além de experiência em unidades de Controle Interno. Também é necessário não ter sofrido sanção disciplinar nos últimos cinco anos.

A remuneração mensal é de R$ 5.066,37 (DAI-26), acrescida de vale-refeição de R$ 75,00 por dia trabalhado. O cargo oferece ainda férias e 13º proporcionais, plano de saúde opcional (IPSEMG) e jornada de 40 horas semanais em regime presencial.

As inscrições devem ser realizadas por meio do site do Tranforma Minas. O processo seletivo conta com etapas como análise curricular, entrevista por competência, testes, envio de documentos comprobatórios e, se necessário, dinâmicas de grupo e entrevistas com especialistas da área.

Para mais informações, acesse o edital completo e participe!

Auditoria MonstesClaros 2025

A ação visa assegurar a transparência e a eficiência na administração das instituições culturais e educacionais do Governo de Minas

A Controladoria Setorial da Secretaria de Estado de Educação (CSET/SEE), por meio de seu Núcleo de Auditoria, Transparência e Integridade (NATI), deu continuidade ao seu cronograma de auditorias presenciais nos Conservatórios Estaduais de Música de Minas Gerais.

Nos dias 10 a 11 de setembro, a equipe esteve no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernândez, em Montes Claros, uma das instituições mais tradicionais do estado, referência na formação musical e na atuação pedagógica e cultural.

A atividade faz parte do Plano de Atividades de Controle Interno (PACI), que prevê a realização de auditorias em diferentes Conservatórios Estaduais de Música até o fim deste ano. O trabalho tem como objetivo avaliar os controles internos das unidades, especialmente no que diz respeito aos registros de matrículas dos alunos.

A controladora setorial da SEE, Nathália Mariz, explica que a correta gestão desses dados é essencial para evitar inconsistências que possam causar prejuízos ao erário e comprometer a aplicação dos recursos públicos. "É papel da Controladoria estar onde a política pública é realizada. O gabinete da SEE entende este papel e apoia nossas ações, o que é fundamental para a efetividade do trabalho", destaca.

A ação integra o esforço da Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE), por meio de sua unidade descentralizada, em assegurar a transparência, a integridade e a eficiência na administração das instituições culturais e educacionais mantidas pelo governo.

Participaram da visita em Montes Claros o analista educacional e coordenador do NATI, Márcio Fonseca, os analistas educacionais Cristianne Rodrigues e Alan Bastos e a técnica em educação Sabrina Santos.

Nos últimos meses, o NATI já esteve em outros Conservatórios, como os de Diamantina e Juiz de Fora, onde realizou trabalhos semelhantes. O Núcleo segue com o planejamento de novas auditorias em outras unidades do estado, reforçando a fiscalização preventiva e corretiva.

Atualmente, Minas Gerais conta com 12 Conservatórios Estaduais de Música, que desempenham papel fundamental na democratização do acesso à educação musical gratuita e de qualidade. Essas instituições não apenas formam músicos e professores, como também fortalecem a identidade cultural mineira e ampliam o contato da população com a arte.

 

Notícia Feam 2025

Iniciativa foi implementada após recomendações emitidas em trabalho de consultoria realizado pela Controladoria Seccional da Feam

A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) publicou Termo de Referência que aprimora o gerenciamento de áreas contaminadas em Postos Revendedores de Combustíveis em Minas Gerais. O documento estabelece procedimentos técnicos e diretrizes para identificação, investigação, intervenção e reabilitação dessas áreas, reforçando o compromisso do Estado com a prevenção e recuperação ambiental.

A medida originou-se do trabalho de consultoria em gestão de riscos realizado pela Controladoria Seccional da Feam em 2023. No relatório de auditoria, foram mapeadas 59 atividades, 123 eventos e 402 trinômios de riscos. Além disso, foi traçado plano de ação com sugestões de melhorias, visando o tratamento dos riscos identificados. As ações implementadas serão monitoradas pela Controladoria da Feam.

“O Relatório de Auditoria nº 1515109/2023 foi um trabalho bastante construtivo e contou com a participação ativa da Gerência de Áreas Contaminadas. Desde o início dos trabalhos, a Gerência demonstrou-se interessada e atenta à importância do gerenciamento de riscos para a melhoria dos processos. Foi um trabalho muito recompensador, pois os resultados do Plano de Ação vêm sendo percebidos, não só internamente, bem como para a sociedade, a exemplo da publicação do Termo de Referência”, destaca o Controlador Seccional da Feam, Quintiliano Campomori.

 

Sobre o Termo de Referência

De acordo com o diretor de Gestão de Barragens e Recuperação de Áreas de Mineração e Indústria da Feam, Roberto Gomes, a publicação representa um avanço importante para as políticas públicas ambientais. “O Termo de Referência reforça o papel da Fundação no fortalecimento da gestão ambiental, ao oferecer diretrizes claras e fundamentadas, capazes de assegurar maior eficiência às ações de prevenção e recuperação”, destacou.

O tema ganha relevância diante dos números do Inventário de Áreas Contaminadas 2024, que apontam os postos de combustíveis como responsáveis por cerca de 72% das áreas contaminadas e reabilitadas registradas no Estado.

O novo Termo de Referência fortalece, ainda, a aplicação da Deliberação Normativa Conjunta Copam/CERH nº 02/2010, que instituiu o Programa Estadual de Gestão de Áreas Contaminadas e definiu procedimentos para a proteção do solo e das águas subterrâneas.

Segundo o gerente de Áreas Contaminadas da Feam, Luiz Otávio Cruz, além de orientar gestores e técnicos, o documento traz ganhos de segurança e eficiência. “Proporciona orientações claras e padronizadas para técnicos, consultores e responsáveis legais. Contribui para a melhoria da qualidade das investigações e da eficácia das ações de remediação, garantindo maior segurança jurídica e técnica na aplicação da legislação ambiental”.

 

Fonte: Ascom/Sisema 

 

Posse Conset 2025 2

Conselheiros empossados em julho assinaram oficialmente livro de posse nesta quinta-feira (11/9)

O Conselho de Ética Pública do Estado de Minas Gerais (Conset) esteve reunido nesta manhã (11/9), na Cidade Administrativa de Minas Gerais. Durante o encontro, os novos conselheiros empossados no dia 26/07/2025 fizeram a assinatura simbólica do livro de posse. Participaram do ato os recém-empossados Mário Tavernard Martins de Carvalho, Ronnye Peterson Baia Antunes e Tiago Fantini Magalhães.

Os conselheiros foram designados pelo governador Romeu Zema para o triênio 2025-2027, observando critérios como idoneidade moral e notórios conhecimentos sobre a administração pública.

O encontro também contou com presença do controlador-geral do Estado, Rodrigo Fontenelle, o presidente do Conset, Joaquim Antônio Murta Oliveira Pereira, e dos membros da Secretaria Executiva do Conselho.

 

Sobre o Conselho

O Conset é um órgão colegiado deliberativo e consultivo, ligado diretamente ao Governador do Estado, e tem por finalidade zelar pelo cumprimento dos princípios e das regras éticas e pela transparência das condutas da administração pública direta e indireta do Estado.

Além disso, orienta as atividades das Comissões de Ética do Estado, recebe consultas e denúncias que envolvam os membros da Alta Administração Estadual. Atualmente, o Conset está vinculado administrativamente à Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE).

 

Nivel 3 IACM CGE 2025

Resultado consolida o controle interno da administração estadual mineira como referência nacional e internacional

A Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG) é o primeiro órgão do Poder Executivo brasileiro a atingir o nível 3 do IA-CM, certificação de modelo internacional que avalia a maturidade e a eficiência das atividades de auditoria das organizações.

Além de consolidar o Governo de Minas como referência em controle, o reconhecimento atesta que a CGE-MG realiza as atividades de auditoria de maneira integrada, planejada e estratégica, contribuindo para a melhoria da governança e da gestão de riscos na administração pública estadual.

A certificação foi concedida pelo Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci), instituição externa, independente e principal responsável pela validação da metodologia no Brasil. O processo de avaliação durou cerca de dois meses e contou com entrevistas, reuniões e análise de documentos comprobatórios.

"Além de reconhecer a qualidade da auditoria do Estado, a metodologia confirma a eficiência dos serviços e das políticas públicas em Minas. Esse reconhecimento aumenta a confiança da população na nossa gestão e melhora o relacionamento da administração com o setor privado, atraindo mais investimentos para o estado", comemorou o governador Romeu Zema.

O controlador-geral do Estado, Rodrigo Fontenelle, explica que desde 2019, a CGE, por meio da Auditoria-Geral, traçou plano de ação para aprimorar ainda mais a auditoria interna governamental realizada no estado.

"Em 2022, alinhados às melhores práticas internacionais, fomos uma das primeiras controladorias a conquistar o nível 2 do IA-CM. Ao longo dos três últimos anos, continuamos trabalhando para atender e institucionalizar todos os requisitos para atingir o nível 3", disse o controlador-geral do Estado.

Para o Conaci, o nível 3 representa a estrutura ideal de controladoria, pois reúne as principais atividades para que as instituições exerçam a função de auditoria interna de forma autônoma e eficaz. Entretanto, atingir esse nível de maturidade ainda é um desafio. Vale ressaltar que as unidades de controle interno brasileiras apresentam dificuldades quanto à estruturação, principalmente na esfera municipal.

“O processo de validação é importante não só para a CGE-MG, mas para todo o sistema de controle interno nacional. O exemplo de Minas servirá como referência para que as demais controladorias e unidades de controle também possam atingir o nível 3”, destaca Rodolfo Serrano, representante do Conaci.

A Controladoria-Geral do Estado receberá a certificação simbólica no dia 24/9, durante o 21º Encontro Nacional de Controle Interno, em Goiânia.

 

Avaliação

Entre os dias 3 a 5/9, a equipe do Conaci esteve na Cidade Administrativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, para realizar a etapa presencial da validação. O intuito da visita foi conhecer e analisar os fluxos de trabalho do órgão e conversar com a alta administração da CGE, auditores internos e secretários do Estado.

Para atingir o nível 3 do Modelo de Capacidade de Auditoria Interna (IA-CM) é necessário atender 182 requisitos e 15 indicadores (KPAs), que levam em conta critérios como avaliação de qualidade, planejamento baseado em riscos, qualificação dos profissionais de auditoria, dentre outros. É preciso que todos esses processos estejam documentados, implementados e integrados à rotina da organização.

Participaram da validação externa o coordenador da câmara técnica de auditoria e IA-CM, Rodolfo Serrano, e a auditora Liane Angotti, ambos representantes do Conaci.

 

Avanços

O auditor-geral da CGE, Igor Martins, explica que a CGE passou por uma reestruturação com o objetivo de aprimorar seus processos e atender ao modelo IA-CM. “Hoje, a CGE trabalha com um universo auditável mais amplo e tudo passa por uma avaliação de qualidade, contribuindo para a entrega de resultados mais adequados”, destaca.

Outro avanço foi o investimento na capacitação dos auditores internos e no uso de tecnologias. Nessa linha, a CGE adotou a metodologia de auditoria contínua, que consiste na utilização de extração, análise e mineração de dados para aumentar a eficiência dos trabalhos e a qualidade das entregas em controle interno.

Em 2023, a CGE recebeu premiação da Diligent Latin America Awards na categoria "Líder de Auditoria e Gestão de Riscos" pela implementação do projeto de auditoria contínua no Estado.

 

Sobre o IA-CM

O Modelo de Capacidade de Auditoria Interna (IA-CM) para o setor público foi desenvolvido pelo Instituto dos Auditores Internos (IIA) e Banco Mundial. Trata-se de um framework internacionalmente reconhecido que identifica os fundamentos necessários para uma auditoria interna efetiva, de modo a atender às necessidades da administração da organização e às expectativas profissionais da função.

O modelo está estruturado em uma matriz contendo cinco níveis de maturidade, seis elementos de auditoria e 41 macroprocessos (KPA – key process areas) vinculados a esses níveis e elementos. Cada macroprocesso possui um objetivo específico e identifica as atividades essenciais que devem ser colocadas em prática e sustentadas.

 

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